Em um bate-papo informal depois da peça Vermelho, da qual é protagonista, Antônio Fagundes disse que antes dessa obra tinha resistência em aceitar pintores que exigem a leitura de “oito livros para serem entendidos”.
Pois Vermelho também exige alguma leitura. Nada tão profundo, mas vale a pena dar uma olhada na Wikipédia nos verbetes de Mark Rothko, que é o foco da peça, Expressionismo Abstrato, Jackson Pollock, Michelangelo e Picasso.
Ou chegue um pouco mais cedo para ler o folheto. Ali há sucintas explicações dos movimentos, artistas e obras citadas na peça. Essas mesmas informações estão expostas na parede da antesala do teatro. Assim, você não perderá o prato principal da obra, que são as discussões de história da arte. Continue reading “Vermelho faz teatro tradicional irradiar” »







