Rua do futuro Terminal de Ônibus Pinheiros é fechada para pedestres

As obras do futuro Terminal de Ônibus de Pinheiros avançam (até num ritmo acelerado, na visão de uma leiga como eu). E durante todas estas semanas, desde que escrevi aquele post, as condições para os pedestres não melhoraram. Ao contrário.

Mas na quarta-feira (2), ao sair da estação de metrô, me deparei com esta placa:

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As Neves de Kilimanjaro

Neste feriado vi o filme As Neves de Kilimanjaro, que foi uma das boas surpresas no cinema neste ano. Sei que estrearam os aguardados Pina e Um Método Perigoso, dois longas que gostei bastante, mas a simplicidade desta produção francesa me ganhou.
A história, que tem como pano de fundo a bela Marseille, acompanha um casal na faixa dos 50 anos. Michel perdeu o emprego e tem que encarar uma nova rotina de vida que prefere chamar de “desemprego” a “aposentadoria”, como querem seus filhos. Já Marie Claire trabalha pra fora, fazendo pequenos serviços nas redondezas, como cuidar da casa de uma velhinha, cozinhar pra ela, passar a sua roupa etc. Tudo muito normal, muito certinho até que um acontecimento em suas vidas (um assalto) vira a história do avesso. E o resto vocês têm que assistir, não vou contar. Continue reading “As Neves de Kilimanjaro” »

Aplicativo da Virada Cultural ajuda a escolher os eventos

Fiquei sabendo no site Catraca Livre sobre um aplicativo da Virada Cultural para iPhone, Android e iPad. O evento tem uma programação enorme e às vezes é difícil escolher os eventos para ir. Portanto, um aplicativo pode ser útil.

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O nosso cotidiano burguesinho

Não tenho carro. Não sei dirigir e nunca peguei em um carro na vida. Quando fiz 18 anos, a principal ou única razão de eu não querer nada disso era o medo. Tremia só de sentar no banco do motorista, encarar um pedal ao lado do outro, aquela marcha que deveria ser trocada infinitamente, as buzinas no meu ouvido. E eu seria um caso daqueles, aliás bastante comuns, onde a falta de coordenação se uniria à insanidade no trânsito. Igual aquele desenho clássico da Disney, em que o Pateta se transforma no volante, com o adicional da incompetência. Eu, no alto da fúria, iria atropelar as pessoas dando ré, tamanha a falta de familiaridade com a marcha. Continue reading “O nosso cotidiano burguesinho” »

Livro Occupy, um lançamento de R$ 10

O fato mais marcante do ano passado foi sem dúvida a série de protestos que tomou o mundo. Seja na Primavera Árabe ou com as ocupações que chegaram até o Brasil, 2011 foi um período de revoltas.

Por mais que as ocupações tenham acontecido debaixo do nariz ocidental, parece que a Primavera Árabe foi mais analisada e entendida. Pudera, as revoltas que tomaram conta do Oriente Médio e que até hoje tem eco na Síria tem objetivos mais claros e um maniqueísmo mais fácil de entender. Sim, os ditadores são malvados e o povo merece ter liberdade nesses países.

Mas e a outra parte do ano revoltado, quando a entenderemos? Continue reading “Livro Occupy, um lançamento de R$ 10” »