Quem quiser ir avançar na discussão se videogame é arte ou não pode ler as matérias publicadas hoje na Folha de S.Paulo, assinadas por Alexandre Orrico.
A matéria lista uma série de argumentos à tese de que sim, videogames são arte.
Muito vai ao encontro do que a New Yorker havia escrito em matéria sobre Fumito Ueda, criador de Ico e Shadow of the Colossus.
O principal contraponto de porque games não são arte em ambas matérias são tiradas de um artigo escrito pelo crítico de cinema Roger Ebert.
Fato: Shadow of the Colossus é um game diferenciado.
Mas a imensa maioria dos jogos eletrônicos não chega nem perto de uma fruição parecida com arte.
Agora, eu aproximo a arte do videogame não pelo videogame ser mais elevado do que aparenta, mas sim pela arte ser mais baixa do que o museu dá a entender.

