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	<title>Trilhos Urbanos</title>
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	<description>Cidade, Arte, Tecnologia</description>
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		<title>Passe Livre, lembra? Diário do Quinto Grande Ato</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 15:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fred Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fui pela primeira vez em uma das Manifestações recentes contra o aumento da tarifa do transporte publico, é bom lembrar. Foi o quinto ato que aconteceu na segunda-feira, dia 17, em São Paulo e teve início no Largo da Batata &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/passe-livre-lembra-diario-quinto-grande-ato/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/quinto_ato_MPL_mídia_ninja.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11587" alt="quinto_ato_MPL_mídia_ninja" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/quinto_ato_MPL_mídia_ninja-640x378.jpg" width="620" height="366" /></a></p>
<p>Fui pela primeira vez em uma das Manifestações recentes contra o aumento da tarifa do transporte publico, é bom lembrar. Foi o quinto ato que aconteceu na segunda-feira, dia 17, em São Paulo e teve início no Largo da Batata por volta das 17h.</p>
<p>Enquanto esperávamos, em um dos prédios em construção da região, apareceu uma imensa projeção com imagens e mensagens direcionadas aos manifestantes. Letreiros elaborados com movimentos alucinantes piscavam na imensa construção. Passe Livre. NÃO ao aumento da passagem. PAZ. Entre estes apareceu um curioso: Rádio Pirata 102.9. Sintonizei e acompanhei algumas informações pouco úteis e música turca.</p>
<p>A multidão começou a se mover uma meia hora depois que cheguei e seguiu pela Avenida Brigadeiro Faria Lima. A via foi toda tomada por manifestantes e andamos por quase toda ela até o cruzamento com a Avenida Juscelino Kubitschek entoando versos improvisados de protesto. Pouco antes, ao passar por um prédio em construção com uma fachada envidraçada inclinada sobre a rua, a multidão se deparava com seu próprio reflexo. Era latente o fascínio e a comoção coletiva. Uma visão aérea vista do chão dava uma dimensão coletiva e sincronizada de corpo único para cada um dos seus pequenos integrantes.</p>
<p>A multidão parou no cruzamento e eu decidi ir para a esquerda. Eu tinha uma expectativa e naquela altura já havia ouvido boatos de que poderíamos nos reunir no Ibirapuera. Pra mim, desde o momento que comecei a pensar sobre protestos em São Paulo, o Ibirapuera me pareceu um local bastante apropriado. Mais especificamente o Obelisco. Além de uma boa foto, com uma extensão imensa de gente em um único quadro, o local tem muito do mais detestável e ao mesmo tempo mais admirável em São Paulo. O Obelisco aos heróis da Revolução de 32 nos remete tanto a uma insurreição quanto a típica prepotência Paulista. O Monumento às Bandeiras (empurra-empurra) é a mais cínica exaltação da violência progressista do mito Bandeirante, expressa por Brecheret com toda sua inconveniente contradição. Fora isso, há outro dado irônico pouco lembrado. Quando o parque foi criado na década de 1950, a prefeitura da cidade se transferiu para um de seus pavilhões projetados por Niemeyer. É difícil não fazer um paralelo entre essa transferência de lugar do poder na cidade de São Paulo no país com o caso de Brasília naquele momento. O efeito de afastar marcos simbólicos do poder das massas é muito semelhante. O irônico é que uma multidão estava passando justamente ao lado de todos estes nem tão velhos marcos &#8211; a Assembleia Legislativa do Estado continua ali &#8211; e seguia indiferente em direção a Avenida Paulista onde não há nem nunca existiu nenhum marco estatal relevante a não ser a acumulação de gestos políticos e uma visibilidade turística publicitária. Parece um lugar realmente ermo e sem graça, mas é um entroncamento de importantes vias e uma área bastante verticalizada e residencial.</p>
<p>Bom, quando chegamos ao Monumento às Bandeiras percebi que minha direção de arte seria realmente inútil diante do desejo da multidão de rumar até a Paulista. Desisti de vez quando vi uma multidão vinda justamente da direção do obelisco para se juntar a nós.</p>
<p>Fiquei uma meia hora parado neste ponto vendo as pessoas atravessando a Avenida Brasil ininterruptamente. Trânsito parado. Quando retomei a marcha a Av. Brigadeiro Luís Antônio já estava inteiramente tomada até o topo, na Avenida Paulista. Era muita gente.</p>
<p>A marcha lenta, ora desinteressada ora excitada. Quem via a multidão passar, na maioria das vezes se manifestava energicamente em favor da manifestação, tanto nos apartamentos quanto nos comércios, tanto dentro dos carros quanto nas calçadas. O coro da multidão chamava por eles: VEM PRA RUA. VEM CONTRA O AUMENTO. Com mais atenção dava pra ouvir uma sutil variação. VEM CONTRA O GOVERNO.</p>
<p>Um pouco antes de chegar na Paulista, quando chegamos na parte mais íngreme da subida, mais uma vez o fascínio tomava conta da multidão. Neste ponto era possível enxergar uma multidão a frente que se perdia de vista no final da subida e uma multidão atrás que se perdia de vista na distância. Mais uma vez cada um de nós se deparava com a totalidade da qual fazia parte.</p>
<p>Finalmente cheguei na Paulista. Fiz quase todo o percurso sozinho. Encontrei vários amigos. Encontrei alguns famosos. Vi muitos momentos em que a multidão se manifestou energicamente contra vandalismos, agressões e pichações. Vi atitudes de rebeldia vingativa, infantis na minha opinião, como por exemplo impedir a passagem de carros que tentavam se afastar do caminho da multidão pela satisfação de poder “parar a cidade”. Vi muita gente se divertindo, comprando comida e bebida nos estabelecimentos que ficaram abertos, até tirando fotos como turistas de um grande festival. Ouvi algumas vezes o hino nacional e em todas prevaleceu um mau estar inquietante. Não temos um hino bélico ou agressivo, mas ele vem sempre dotado desse patriotismo cínico e as memórias estão bastante contaminadas com o autoritarismo de governos militares e ditatoriais em que os maiores crimes são justificados em nome de um país melhor. Tudo isso se misturou na Paulista.</p>
<p>Foi o resumo do que teremos que lidar daqui para frente. Enquanto caminhávamos juntos para um objetivo único, tínhamos uma direção e um sentido claros. A própria caminhada nos mostrava o caminho, nos fazia pensar, lançar ideias, perceber opiniões. Quando chegamos onde queríamos, não sabíamos muito bem o que fazer. Isso me assustou um pouco, mas a noite já tinha sido um sucesso pra mim. A pacificação da manifestação foi um sinal positivo pra mim, ainda que um pouco ambíguo. Se foi a agressão de ambas as partes que chamou a atenção e fez o movimento se estabelecer, foi a pacificação que atraiu um contingente de pessoas que nunca haviam aderido às manifestações. Essa massa que ganha tamanho e força vai ficando mais difícil de ser mobilizada em direção a um objetivo único. Algumas convicções enfraquecem ao mesmo tempo em que outras aparecem. Esse é o perigo que enfrentamos agora.</p>
<p>O evento se tornou tentador. Nossa carência por experiências de todo o tipo, nossa sensação de impotência diante da política e da burocracia estatal, nossa carência por espaços públicos, o próprio fascínio da experiência de multidão nos induz a desejar o protesto pelo que ele tem de espetacular e não pelo sentimento que pretendemos dividir.</p>
<p>Não podemos deixar de fazer a manutenção do objetivo principal que diz respeito ao preço do transporte público na cidade de São Paulo, nos informar, discutir. A princípio a reivindicação é que estes representantes eleitos, e não outros, tomem providências para que o valor da passagem diminua para o usuário. Nada é mais prioritário.</p>
<p>Não podemos nos perder no sonho de que estamos mudando as regras só por que o que estamos fazendo é legal. Não podemos acordar um belo dia e perceber que o país todo mudou e que a única coisa que permaneceu foi o aumento da passagem.</p>
<p>Video:<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/LZuvwDgzj_M?feature=player_detailpage" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Vídeo fofo até demais da TV Folha. 65 mil é o caralho!</p>
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		<title>Chegou a hora de organizar o movimento</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 07:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Varella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem eu me autocensurei. Ia falar aqui neste blog sobre o trem dos demagogos que embarcou na onda de manifestações. Achei um puta saco a unanimidade em torno de qualquer argumento dito pelo povo do Passe Livre no Roda Viva. &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/chegou-hora-de-organizar-movimento/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu me autocensurei. Ia falar aqui neste blog sobre o trem dos demagogos que embarcou na onda de manifestações. Achei um puta saco a unanimidade em torno de qualquer argumento dito pelo povo do Passe Livre no Roda Viva.</p>
<p>Não postei o texto por achar que não era hora. Imaginei que, por menor que seja esse blog, não era hora de ajudar a dar espaço para o governo escapar. Era o momento de encurralar os políticos. Engoli o que tinha de dizer, um ato raro e dificílimo em se tratando de mim.</p>
<p>Os governantes são de uma geração que a política se fazia de uma forma diferente dessa que estamos testemunhando. Por mais impossível que seja de se imaginar, houve um momento em que o mundo vivia bem sem o Facebook. Os atuais líderes cívicos fizeram carreira num mundo absolutamente off-line.</p>
<p>A grande mídia, como ficou bem claro, também está perdida. Passou a ser uma puxa-saca dos manifestantes e teme que uma gafe bombe no YouTube ou nas redes sociais. Está cheia de melindre. Não sabe como reagir.</p>
<p>Apesar de trabalhar com tecnologia, essa sensação de tontura chegou até a mim ontem. A destruição de um carro da Record, invasão ao Theatro Municipal e furtos aos comércios do centro velho de São Paulo foi de amargar a noite.</p>
<p>“Grupo isolado”, “agentes infiltrados”, &#8220;vândalos disfarçados de manifestantes&#8221;, sei lá o que mais vão dizer. Não consigo acreditar ou aceitar aquilo.</p>
<p>Não só eu que estou assim, tá? Ontem a Linha 7 da CPTM foi interrompida e a velocidade da linha vermelha do Metrô estava baixíssima. Só ouvia os resmungos do pessoal nas plataformas contra os manifestantes. Nem sei se teve a ver com os protestos, mas a culpa foi cair lá no Passe Livre, pelo o que ouvi.</p>
<p>Quer brigar comigo, fique à vontade, a caixa de comentários está ao seu dispor. Mas a impressão que tenho é que a lua de mel com o Passe Livre chegou ao fim em tempo recorde. Foi de quinta até ontem. A posição de todo mundo parece ter passado a ser mais cética.</p>
<p>Se o texto encerrasse aqui, você poderia concluir que sou contra o movimento, burguês de elite, ponto, tchau. Mas, como eu disse, estou tonto. Você gosta dos colunistas resolutos do jornal? Pois aqui não é jornal. Admito ter sentimentos desencontrados.</p>
<p>A multidão de pessoas tranquilas e serenas que participou ontem do protesto é um alento. Comparado com aquele verdadeiro mar de transeuntes na avenida Paulista, os atos na região da prefeitura realmente pareciam um troço alheio ao cerne de uma causa mais que justa.</p>
<p>Comemorei as vitórias que o movimento conseguiu no País. João Pessoa, Recife, Porto Alegre, entre outras cidades anunciando queda na tarifa. Prefeitos com um mínimo de sensibilidade baixaram as passagens. Acenaram ao movimento. Mostraram não ser autistas.</p>
<p>Em São Paulo eu juro que não consigo entender porque a prefeitura ainda não baixou. “Ah, vamos ter que encontrar R$ 300 milhões”. Então por que diabos tem uma autorização de remanejamento de 15% na verba do Orçamento Público?</p>
<p>Para quem tiver curiosidade, a prefeitura pode mudar a destinação de 15% dos R$ 42 bilhões do Orçamento de São Paulo sem pedir autorização para a Câmara. Está lá na lei 424\2012. E se precisar de mais, basta pedir aos vereadores. Fernando Haddad deu um discurso muito fdp ao dizer que daria para construir milhares de casas populares ou contratar um batalhão de médicos. Cálculo de quantos cargos de confiança ele teria de cortar para chegar aos R$ 300 milhões ele não faz. Sem contar que ele disse que os donos de carro teriam de pagar mais, o que para mim soou como uma tentativa de rachar o movimento, fazer intriga entre a população. Uma retórica eivada de golpes baixos.</p>
<p>Além do remanejamento, rolou também a desoneração da folha de pagamento das empresas de transporte coletivo e a MP 617 isentou de PIS\Cofins o mesmo segmento. Eis aí a deixa para o governo estadual também baixar o preço da CPTM e Metrô. Registro isso para que ninguém ache que estou pondo Geraldo Alckmin em um pedestal. Nestas terras, se alguém critica Haddad já é automaticamente associado ao PSDB.</p>
<p>Ainda falta dinheiro? Pois eu acho impressionante que para construir o Itaquerão o governo conseguiu fazer uma manobra complicadíssima para financiar a obra. Envolveu emissão de bônus de isenção fiscal a troca de geração de riqueza na região e outros mecanismos megacomplicados. Para baixar a tarifa, a criatividade some. Incrível. Com essa falta de retorno do poder público, é normal que a tensão suba mesmo. O marqueteiro <a href="http://terramagazine.terra.com.br/bobfernandes/blog/2013/06/18/para-falar-sobre-protestos-dilma-se-reune-com-lula-e-joao-santana-em-hotel-em-sp/" target="_blank">João Santana não autorizou Dilma Rousseff a pensar numa solução</a>, é isso?</p>
<p>Fora que o Congresso fez um grande favor ao aprovar a cura gay na Comissão dos Direitos Humanos da Câmara. Lembrou a todos que o Legislativo Federal é um poder que vive à reboque do Executivo, uma corja de mentalidade atrasada, tacanha, desperdiçando dinheiro público tratando de bobagens absolutamente inconstitucionais e sórdidas. Marco Feliciano como personagem fictício de um Zorra Total para a gente tirar um sarro da cura gay seria bacana. Mas esse cara existe, é real. Mas, como disse, foi um favor aos cidadãos. O Congresso ajudou a todos a lembrar que não dá para abaixar a guarda. É para colocar os governantes nas cordas do ringue político, até irem à nocaute.</p>
<p>É hora mesmo de subir naquele telhado do Congresso e fazer os legisladores ficarem assustados. Qual é a diferença entre o Congresso e os comércios no centro? Toda. O Parlamento é simbólico. Os pequenos empresários do centro velho de São Paulo não tem nada a ver com essa história. São vítimas também.</p>
<p>Tenho algumas humildes sugestões para que a luta não pare e os políticos não tenham nenhum tipo de rota de escape. Para mim, chegou a hora de organizar a coisa.</p>
<p>Que o Passe Livre ou seja lá quem mais ajude a convocar os protestos dê um itinerário dos protestos com antecipação. Assim as pessoas se organizam, não ficam brabas nas plataformas ou presas nos congestionamentos. Essa divulgação prévia do caminho que os protestos seguirão não tira força do movimento e ajuda a separar oportunistas mongóis do pessoal pacífico. Um diálogo entre as forças de segurança e líderes (sim, líderes) do movimento também seria positivo para ajudar a cessar as cenas lamentáveis vistas ontem. A polícia poderia ser auxiliada a coibir o crime com força proporcional, conforme se espera dessa corporação. A segurança pública do País é um troço lastimável, mas é o que temos no momento. Me chame de reacionário calhorda do inferno, mas prefiro um diálogo com os coronéis da PM a assistir a depredação do Theatro Municipal. Pior: com a cobrança sendo debitada do movimento.</p>
<p>*****</p>
<p>PS: destruir aquele monumento-aberração da Coca-Cola na avenida Paulista com a Consolação sim, vale muito. A presidente Fifa não pode revogar a lei Cidade Limpa assim, sem mais.</p>
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		<title>Crianças comemoram ecologia com as mãos na terra na zona sul SP</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 19:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devanir Amancio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade e o mundo que a gente vê podem ser amanhã bem diferentes do mundo e a cidade que já vimos, e que as futuras gerações verão e terão, se cada um fizer a sua parte, como cuidar da &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/criancas-comemoram-ecologia-maos-na-terra-na-zona-sul-sp/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade e o mundo que a gente vê podem ser amanhã bem diferentes do mundo e a cidade que já vimos, e que as futuras gerações verão e terão, se cada um fizer a sua parte, como cuidar da porta da própria casa, da rua e do bairro em que mora. Sem esperar do poder público.</p>
<div id="attachment_11560" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/P5280613.jpg"><img class="size-large wp-image-11560" alt="P5280613" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/P5280613-640x480.jpg" width="620" height="465" /></a><p class="wp-caption-text">Assuma as rédeas de uma cidade mais justa e humana</p></div>
<p>No Jardim Macedônia, região do Campo Limpo, Zona Sul, crianças da ONG ACAM &#8211; Associação Cidadania Ativa comemoram a ecologia com as mãos na terra. Plantaram Palmeira &#8211; açaí, Urucum, Falsa-murta, Manacá da serra e Areca-bambú.</p>
<p>A iniciativa contou com a orientação de funcionários de parques e jardins da subprefeitura.</p>
<p>O plantio aconteceu às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, na cabeceira do Córrego Póvoa de Varzim, afluente do Pirajussara (neste lugar desabou um sacolão).</p>
<p>Por exigência e esforço da comunidade o local transformou-se em ponto de encontro das pessoas.</p>
<p>A Subprefeitura do Campo Limpo tem dois engenheiros agrônomos. Como o bairro é grande, imagine o trabalho descomunal deles para dar conta da tarefa.</p>
<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/P5280616.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11561" alt="P5280616" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/P5280616-640x480.jpg" width="620" height="465" /></a></p>
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		<title>Caladão na Copa das Confederações</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 07:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Varella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe o que eu achei mais legal ontem? Era uma segunda-feira, dia internacional do futebolzinho. Mas ao invés do futebol, o assunto do dia foi política. Fora nos jornais, que são obrigados a preencher com algumas palavras e fotos sobre &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/caladao-na-copa-das-confederacoes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe o que eu achei mais legal ontem? Era uma segunda-feira, dia internacional do futebolzinho.</p>
<p>Mas ao invés do futebol, o assunto do dia foi política. Fora nos jornais, que são obrigados a preencher com algumas palavras e fotos sobre esportes diariamente, não vi\ouvi nada.</p>
<p>Isso deve ser comemorado. Estamos em plena Copa das Confederações.</p>
<div id="attachment_11556" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px"><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/batata-ae.jpg"><img class="size-large wp-image-11556" alt="Foto de Daniel Teixeira/AE" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/batata-ae-640x413.jpg" width="620" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Daniel Teixeira/AE</p></div>
<p>Pare para pensar na grana pública que o governo desperdiçou neste evento. Pare para pensar na grana que as marcas colocaram nesse evento para vincular seus produtos com a “felicidade” da competição esportiva.</p>
<p>Pare para pensar em como a Fifa perde poder com isso. A <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,marin-admite-que-manifestacoes-sao-preocupantes,1043501,0.htm" target="_blank">CBF já se diz preocupada</a>.</p>
<p>Se não fosse pelos protestos, os acima mencionados estariam ganhando com cada comentário no Facebook do gol do fulano, o impedimento mal marcado, o drible do siclano, etc. (A propósito, ainda estou esperando a resposta do <a title="Manifestações colocam governo em xeque" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/manifestacoes-colocam-governo-em-xeque/">Twitter sobre o #chupadilma</a>).</p>
<p>Agora eles estão tendo que lidar com vaias na presidente, protestos antes de cada partida e outros assuntos desagradáveis aos poderosos.</p>
<p>O caladão na Copa das Confederações é épico. Histórico.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadao-urgente/manifestantes-fazem-quinto-ato-contra-o-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-sao-paulo/" target="_blank">Link da foto</a></p>
<p>***ATUALIZAÇÃO às 9h30 &#8211; PS: Não achei o link, mas a matéria principal do caderno de esportes do Estadão de hoje fala que Fifa, CBF e governo estão preocupados com o rumo dos protestos <img src='http://www.trilhosurbanos.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Manifestações colocam governo em xeque</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 10:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Varella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[metrô]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Passe Livre]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>
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		<description><![CDATA[Rolou uma pororoca para as manifestações sociais no Brasil. Por um lado, o aumento das passagens no início deste mês. Do outro, a Copa das Confederações, que atrai a atenção de todo o mundo e fazem as tensões brasileiras ganhar &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/manifestacoes-colocam-governo-em-xeque/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/photo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11519" alt="photo" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/photo-640x479.jpg" width="620" height="464" /></a></p>
<p>Rolou uma pororoca para as manifestações sociais no Brasil. Por um lado, o aumento das passagens no início deste mês. Do outro, a Copa das Confederações, que atrai a atenção de todo o mundo e fazem as tensões brasileiras ganhar uma vitrine poderosa.</p>
<p>O governo está em xeque. Vai ter que fazer algo. O problema é o quê.</p>
<p>Recuar o preço da passagem seria ruim em termos políticos. Isso não só daria o reconhecimento definitivo dos protestos como também daria a impressão de que por um breve período de tempo a população foi roubada. Abriria margem para processos. Os movimentos ganhariam por nocaute. Acredito que em uma discussão democrática ambas as partes devem estar dispostas a mudar de opinião. Porém, em se tratando de políticos da velha guarda, é tudo disputa de poder.</p>
<p>Como eu disse, o governo está em xeque, mas não xeque-mate. E quem conhece a história da política brasileira sabe que é preciso se mexer. Passeatas estudantis no final dos anos 70 que tinham como principal mote os preços do restaurante universitário da USP asfaltaram o caminho para o movimento grevista do ABC e às Diretas Já. O PT, preocupado do jeito que é em se manter no poder, já deve ter ligado o alerta amarelo por saber que essa é sua própria gênese se repetindo.</p>
<p>Uma coisa difícil de contornar é que os protestos conseguiram o feito de se transformar em algo <em>cool</em>. É a moda comportamental do momento e, pasmem, o blog de Gloria Kalil tem até <a href="http://chic.ig.com.br/les-chics/noticia/moda-para-protesto-roupa-de-guerra" target="_blank">dicas de roupas para o evento</a>. Se o governo ficar inerte, a bola de neve pode crescer. Pode se esvair e perder apoio popular se a arruaça tomar conta nesta segunda-feira. Isso pode ser prevenido com filmagens para denunciar quem foge da proposta de uma manifestação pacífica. O <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,manifestantes-vao-filmar-e-denunciar-acao-de-vandalos,1042936,0.htm" target="_blank">Movimento Passe Livre já disse que vai fazer isso</a>. Ainda bem. A mesma arma que denunciou os inúmeros abusos policiais vai ser usada para fortalecer o movimento.</p>
<p>Por mais que, <a title="O que vem depois dos R$ 0,20" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/vem-depois-dos-r-020/" target="_blank">como disse</a>, o PSDB até o momento seja o maior perdedor dessa história, a tendência é que a metralhadora giratória das manifestações mude o alvo. Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, provou ter ao menos dois neurônios ao <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,governo-de-sp-descarta-tropa-de-choque-em-novo-protesto,1043200,0.htm" target="_blank">anunciar que a tropa de choque da PM não fará a contenção dos protestos de logo mais</a>. Por mais que o governo federal em teoria seja o que menos tem a perder &#8211; transporte público é da alçada do Estado e do município &#8211; a conta parece que vai cair no colo da presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Façamos as contas: vaias em cadeia nacional (será que o Twitter derrubou o Trending Topic #ChupaDilma? Mandei um mail para a assessoria de imprensa) + queda nos indicadores de popularidade + Inflação (assunto federal, gatilho dos protestos) + Copa do Mundo (uma vitória [???] do governo federal)  = uma situação problemática.</p>
<p>Pense o seguinte. Você é um gringo vendo uma CNN da vida quando vê isto:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='620' height='379' src='http://www.youtube.com/embed/l2nFIZO3qjA?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Salvo que você seja um estrangeiro que acha que Cristina Kirchner é presidente do Brasil, a associação que se faz é &#8220;a Dilma não sabe lidar com o contraditório&#8221;. No Rio de Janeiro a segurança é assunto de Sérgio Cabral, mas quando você vê essas cenas se repetindo em São Paulo, Porto Alegre e Brasília o assunto passa a ser nacional.</p>
<p>E nada mais retrógrado que um País que não sabe lidar com a democracia. O Brasil carente de investimento do jeito que está e com crescente desconfiança em termos de desempenho econômico não pode fazer um papelão desses. Ou seja, a presidente sem jogo de cintura vai ter que aprender a dançar com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e Alckmin. Ambos com com as suas devidas batata assando também.</p>
<p>Uma saída arriscada seria fazer um jogo de cena com algum Tribunal de Contas. Os auditores chegam à conclusão de que dá para baixar, o governo solta uma nota lamentando a coisa e baixa o preço ao antigo patamar. Isso rolou em Porto Alegre. Teve protestos lá, mas nada massivo como em São Paulo.</p>
<p>O jeito que eu vejo mais razoável de arrumar essa questão é com o coringa na manga de Haddad chamado Bilhete Mensal. Com Haddad baixando para uns R$ 100 o custo mensal de se usar ônibus livremente, é até factível que os movimentos aceitem e deem uma baixada na bola. Alckmin poderia entrar logo depois acelerando a integração do benefício com Metrô\CPTM ou baixando o preço da passagem com aquela justificativa pseudotécnica de que a diferença dos preços dos modais não pode ser muito grande. Acredite, já ouvi isso de gente boa da secretaria de Transportes, mas no caso foi para subir o preço.</p>
<p>O que eu achei bacana de ver é que o Movimento Passe Livre deu <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,haddad-nao-quer-negociar-quer-nos-enrolar-diz-mpl--,1042932,0.htm" target="_blank">uma linda puxada de orelha na duplinha Haddad-Alckmin</a>. O primeiro quer enrolar e o segundo se finge de morto. Bravo.</p>
<p>O fascinante dessa história toda é que a política dessa vez não será feita com bancada de oposição ou situação. Não se trata mais de chantagem de um deputado atravancando a pauta do Congresso a troco de que uma emenda porca para beneficiar seu reduto eleitoral. Nada disso. O governo terá que sair daquela cidade inóspita aos seres humanos chamada Brasília para falar sem intermediários com a população. O mais próximo que o governo chegava antes era lidando com um sindicato ou outro. Agora, as excelências terão de fazer ligação direta.</p>
<p>*****<br />
PS: o Estadão deu uma <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,frota-de-onibus-encolhe-mas-numero-de-passageiros-cresce-80-em-8-anos,1042858,0.htm" target="_blank"><strong>matéria muito boa</strong></a> sobre as condições da frota de ônibus e as componentes do custo da passagem. Conclusão: não dá para zerar a tarifa assim na moleza, mas dá para baixar.</p>
<p>PPS: Leia outros textos que publicamos sobre as manifestações.</p>
<p><a title="O que vem depois dos R$ 0,20" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/vem-depois-dos-r-020/" target="_blank">O que vem depois dos R$ 0,20</a></p>
<p><a title="O vazio e o chumbo" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/vazio-chumbo/" target="_blank">O vazio e o chumbo</a></p>
<p><a title="Passe Livre. Vamos dividir a conta?" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/passe-livre-vamos-dividir-conta/" target="_blank">Passe Livre. Vamos dividir a conta?</a></p>
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		<title>Lixão dá lugar para cultura na Zona Sul de SP</title>
		<link>http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/lixao-da-lugar-para-cultura-na-zona-sul-de-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 07:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devanir Amancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Limpo]]></category>
		<category><![CDATA[jardim Ipê]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[senhor dos passos]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Seduzidos pela leitura, moradores levam livros de graça para casa. Nem a chuva impediu a busca de novos horizontes de vida. A distribuição de livros teve início na comunidade Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores, no dia 2 &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/lixao-da-lugar-para-cultura-na-zona-sul-de-sp/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seduzidos pela leitura, moradores levam livros de graça para casa. Nem a chuva impediu a busca de novos horizontes de vida.</p>
<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7325-1.jpg"><img src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7325-1-640x480.jpg" alt="100_7325 (1)" width="620" height="465" class="aligncenter size-large wp-image-11535" /></a></p>
<p>A distribuição de livros teve início na comunidade Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores, no dia 2 deste mês, Jardim Ipê, região do Campo Limpo, zona  sul da capital paulista, onde coroinhas participaram da distribuição de 500 livros. Às 10h aconteceu a caravana da leitura no antigo lixão &#8211; na rua Luís Carlos de Moura Campos &#8211; onde a subprefeitura tirou 50 caminhões de entulhos.</p>
<p>Mesmo debaixo de chuva, moradores que passavam pelo local ganhavam obras.</p>
<p>José Pedro de Oliveira, 72, levou Jacques Cousteau, sobre peixes, mar e Amazônia. &#8220;Vou ler as fotografias em casa&#8221;, disse. José gostou das araras-pirangas, vermelhas e peixes mamíferos.</p>
<p>&#8220;Aqui precisamos de creche e segurança, espaço para os velhos não existe&#8221;, completou.</p>
<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7320-1.jpg"><img src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7320-1-640x480.jpg" alt="100_7320 (1)" width="620" height="465" class="aligncenter size-large wp-image-11534" /></a></p>
<p>Padre João Bonifácio manda um recado:</p>
<p>&#8220;Conte sempre comigo em ações como esta. Tenho contato com 10 mil ou mais pessoas, a maior reclamação das comunidades é a falta de biblioteca, &#8216;casa de cultura&#8217;, um  bairro tão grande como o Campo Limpo precisa de uma Casa de Cultura funcionando bem. Mande um abraço para o nosso prefeito e diz a ele que não temos biblioteca. O bairro pede uma boa biblioteca pública.&#8221; </p>
<p>A líder comunitária Rosilei Aparecida Ramos Hakime ganhou 200 títulos para distribuir na fila do leite de sua associação.</p>
<p>Pardinho do Macedônia levou o livro &#8220;Detesto Reuniões&#8221;, que fala sobre as muitas reuniões que não servem para nada.</p>
<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7332-1.jpg"><img src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7332-1-640x480.jpg" alt="100_7332 (1)" width="620" height="465" class="aligncenter size-large wp-image-11536" /></a></p>
<p>A ação contou com o participação da Subprefeitura do Campo Limpo/Supervisão de Cultura, Associação dos Moradores do Jardim Capelinha, ONG Educa São Paulo e  ONG ACAM &#8211; Cidadania Ativa.</p>
<p>Os livros foram doados pela ONG Reviver Capão e Florestana Paisagismo.</p>
<p>Todos os domingos, das 10  às 14 horas tem revitalização com leitura na rua Luís Carlos de Moura Campos. </p>
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		<title>Adão das Árvores constrói o paraíso do Campo Limpo</title>
		<link>http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/adao-das-arvores-constroi-paraiso-campo-limpo/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 21:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devanir Amancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Limpo]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[Subprefeitura do Campo Limpo]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Conversar com Adão das Árvores motiva interesse pela ecologia urbana. Adão explica com naturalidade o ciclo da vida: árvores que nascem, árvores que crescem, árvores que morrem. Árvores e suas pragas, e governantes que passam &#8211; &#8220;vandalismo e maus tratos &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/adao-das-arvores-constroi-paraiso-campo-limpo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7429.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11515" alt="100_7429" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7429-640x480.jpg" width="620" height="465" /></a><br />
Conversar com Adão das Árvores motiva interesse pela ecologia urbana.</p>
<p>Adão explica com naturalidade o ciclo da vida: árvores que nascem, árvores que crescem, árvores que morrem. Árvores e suas pragas, e governantes que passam &#8211; &#8220;vandalismo e maus tratos são pragas maiores&#8221;, diz Adão.</p>
<p>A fala de Adão das árvores proporciona uma reflexão séria sobre a cidade.</p>
<p>Adão Rodrigues da Silva, o seu Adão das Árvores &#8211; como é chamado pelos moradores &#8211; é responsável pelas áreas verdes da Subprefeitura do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo. Tem 62 anos de idade e 41 de prefeitura.</p>
<p>É muito fácil entender seu Adão, um homem simples, que dedica a vida às plantas.</p>
<p>Ele vive com as mãos na terra. Seu Adão das Árvores constrói o paraíso do Campo Limpo. Ele merece parabéns.</p>
<p>A Gazeta fez uma reportagem com ele:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='620' height='379' src='http://www.youtube.com/embed/3GMdPihl8To?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
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		</item>
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		<title>O que vem depois dos R$ 0,20</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 15:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Varella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Russomano]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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		<category><![CDATA[FErnando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Pochmann]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[sp]]></category>
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		<description><![CDATA[Jornalistas são moderados no discurso aos meios de comunicação em que trabalham e reservam aos blogs e redes sociais as opiniões mais radicais. Inverti essa regra para falar dos protestos contra o aumento das passagens. Ao escrever do ponto de &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/vem-depois-dos-r-020/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalistas são moderados no discurso aos meios de comunicação em que trabalham e reservam aos blogs e redes sociais as opiniões mais radicais. Inverti essa regra para falar dos protestos contra o aumento das passagens.</p>
<div id="attachment_11502" class="wp-caption alignnone" style="width: 630px"><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/protesto.png"><img class=" wp-image-11502" alt="protesto" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/protesto-640x400.png" width="620" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">Diogo Moreira/Frame/Estadão Conteúdo</p></div>
<p>Ao escrever do<strong><a href="http://www.eleconomistaamerica.com.br/economia-eAm-brasil/noticias/4911959/06/13/Analise-Eficincia-pode-baixar-o-preo-da-passagem.html" target="_blank"> ponto de vista econômico da questão das passagens</a></strong>, minha posição é aguda. Dá para baixar o preço sim. Resuminho para quem tem preguiça de clicar no link: com eficiência e privilégio ao transporte coletivo nas políticas de mobilidade urbana, o governo ganha escala. O volume dá condições de se amenizar esse preço. Zerar a passagem não dá.</p>
<p>Reservei para este blog meus 20 centavos da questão social dos protestos. É um tema mais complexo e não dá para ser drástico aqui. Faço um apelo a todos que estão lendo este texto para desconfiar de toda posição radical nessa seara. Gritar FORA HADDAD, FORA ALCKMIN e FORA DILMA dá audiência e compartilhamentos, mas resvala em um vazio retórico acachapante.</p>
<p>FORA FULANO e depois o quê? Anarquia, como defende uma parte dos envolvidos nos protestos? Comunismo? Tenha a santa paciência. Já estamos bem grandinhos, né?</p>
<p>Os protestos estão longe de derrubar algum político na marra. Machucarão alguns deles nas urnas. Não dá para depor ninguém, mas outras reivindicações são factíveis. A passagem de volta aos R$ 3, por exemplo.</p>
<p>Se acontecer, o movimento perde seu principal mote. Perderá sua bandeira mais clara. O Tribunal de Contas do RS garantiu que não haveria aumento da passagem. Mesmo assim, <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/em-porto-alegre-manifestantes-protestam-para-evitar-aumento" target="_blank">houve confronto da polícia com os manifestantes</a>. Queriam o quê mais? Se é para zerar a passagem, que os manifestantes apontem de onde vai sair o dinheiro. Aumento de impostos? Tirar da Educação, da Saúde, de qual pasta? Olha que eu sou um consumidor voraz de textos e até agora não consegui achar uma proposta concreta para essa ideia de ares utópicos.</p>
<p>Circula pelas redes sociais que os protestos tem a ver com temas mais profundos do que os R$ 0,20 de diferença. Quando os meios internacionais fazem uma síntese dos problemas brasileiros, recebem aplausos (likes, em linguagem de Facebook). De novo, há uma falta de clareza nesse algo mais. Os manifestantes merecem como punição levar uma citação do Capital Inicial num texto: &#8220;Contra todos e contra ninguém&#8221; (se insistirem, na próxima vou apelar para Plebe Rude).</p>
<p>Muitos manifestantes gostam de se comparar com a Primavera Árabe ou com a Diretas Já. Só que esses movimentos populares tinham uma proposta clara do que fazer depois. O ecletismo de ideias faz a guerra da tarifa parecer <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2011/10/ocupe-wall-street-rio-tem-sinais-dissonantes/" target="_blank"><strong>mais com o Occupy</strong></a>. Agora, já com uma certa distância da eclosão dos acampamentos, dá para ver que as ocupações tiveram ares mais de um <em>happening</em> do que de uma revolução.</p>
<p>Acompanhando por meio das redes sociais, percebo que muitos estão mais preocupados em fazer parte daquelas “cenas históricas” do que de efetivamente protestar. Flores para a polícia, que clichê.</p>
<p>Longe de querer sugerir que o Brasil não tenha um sem-número de problemas a serem resolvidos por meio da pressão popular. Acho que outra pauta digna de trancar ruas foi sentida pelo próprio movimento nas ruas. É urgente uma reformulação na polícia, cujo principal problema está já no sobrenome: Militar.</p>
<p>O despreparo da instituição é ridículo e a <a href="http://www.melhorquebacon.com/24-momentos-protesto-sao-paulo/" target="_blank">internet tem fartas provas disso</a>.  Também de nada adianta culpar os cargos de baixa patente que lá estavam cumprindo ordens com baixíssimos salários. Nas academias, os PMs são treinados para seguir ordens sem tergiversar. Insubordinação não é tolerada. São soldados. São proibidos de fazer greve. O problema está na alta cúpula, que fez um planejamento pífio. A ordem era não deixe atingir os centros financeiros e ponto. O comando deveria estar atento e pronto para flexibilizar as orientações. Não é questão de vida ou morte proteger a avenida Paulista.</p>
<p>A cúpula da PM de São Paulo é tão fraca que a corregedoria diz estar “apurando a identificação” dos policiais que agiram com força desproporcional. Tem foto do rosto dos sujeitos. O que mais é preciso? O número do RG do <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/113961-me-arrancaram-da-mesa-e-deram-porrada-diz-jovem.shtml" target="_blank">policial flagrado empurrando um casal num bar</a>? O CPF daquele que tentou quebrar o vidro da própria viatura? E o caso do vinagre, meu Deus? Está mais do que na hora da PM vir a público com um enorme pedido de desculpas e propostas de reformulações de táticas de acompanhamento de manifestações massivas. Se isso não for feito, é hora da população forçar essa mudança.</p>
<p>A coisa fica pior quando a gente vê que o governador, o cargo mais alto na hierarquia da segurança pública, insiste na tecla do vandalismo. Era para Geraldo Alckmin estar escandalizado. Devia ter censurado a corporação e derrubado membros que comandaram a operação. Porra, governador, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2013/06/1295110-pm-usou-gas-lacrimogeneo-vencido-para-dispersar-manifestacao-em-sp.shtml" target="_blank">gás lacrimogênio vencido</a>, cara.  Vera Magalhães escreveu na Folha de S.Paulo que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/114119-nao-ha-vencedor-politico-da-batalha-campal-das-ruas-de-sp.shtml" target="_blank">não há vencedores políticos</a>. Há perdedores, porém. O PSDB conseguiu se meter numa areia movediça que afunda muito mais rápido que os líderes petistas. As trapalhadas tucanas são de dar dó. As do PT ainda estão bem disfarçadinhas na retórica “vai e vem” do Haddad e na falta da relação causa e consequência de gestão Dilma/inflação.</p>
<p>A política de segurança pública deve mudar, o problema é como. É a hora dos intelectuais e especialistas no assunto se aproximarem do movimento e dar um respaldo técnico. Se não, vai ficar tudo por isso mesmo e essa energia toda vai ser desperdiçada. Isso implica em ter uma espécie de liderança, mas a atual geração tem resistência a hierarquia. Outra característica em comum com o ultraconectado Occupy.</p>
<p>Há outras reivindicações que podem ser tratadas, como a PEC 37, uma proposta que vai virtualmente deixar a farra do Congresso Nacional sem ninguém para contestar. Esse tipo de temática, no entanto, carece da simplicidade dos R$ 0,20. Aumento nas passagens é claro, simples de explicar e atinge aos cidadãos-consumidores.</p>
<p>É curioso e eu devo perder parte dos meus poucos amigos com o paralelo que proponho neste parágrafo. Você lembra que muitos analistas políticos atribuíram o impressionante desempenho de Celso Russomano nas eleições para a Prefeitura de São Paulo graças ao crescimento do consumo no País. O gatilho dos protestos é, em essência, a inflação, o grande vilão do consumo. O Planalto perdeu o controle dessa variável da economia, mas vamos deixar essa discussão para os veículos que me pagam para discutir inflação (contas para pagar, sabe como é).</p>
<p>Quem quiser se aprofundar no assunto, recomendo o livro <em>Nova Classe Média?</em>, do economista Marcio Pochmann. Com ares de ensaio, o ex-chefe do IPEA faz um diagnóstico do enfraquecimento das organizações sociais como sindicatos, clubes, igrejas, partidos políticos, entre outros. Torço para que, dessa vez, a tese esteja errada e que algo de mais profundo emerja das manifestações.<br />
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Quer mais pitacos nesse assunto? Então leia os textos de <strong><a title="O vazio e o chumbo" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/vazio-chumbo/" target="_blank">FP Rodrigues</a></strong> e <a title="Passe Livre. Vamos dividir a conta?" href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/passe-livre-vamos-dividir-conta/" target="_blank"><strong>Fred Costa</strong></a> publicados antes da batalha campal de quinta-feira.<br />
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<a href="http://noticias.r7.com/brasil/fotos/semana-em-fotos-pm-reprime-protesto-em-sp-rapaz-fica-gravido-e-filho-de-eliza-pode-ser-de-corintiano-15062013#!/foto/16" target="_blank">Link da foto</a>.</p>
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		<title>Garis levantam a bola da inclusão</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 07:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devanir Amancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[praça da bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria municipal de serviços]]></category>
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		<description><![CDATA[Se dependesse deles a cidade seria um show de limpeza. &#8220;Show de bola&#8221;, reagiu um gari, ao ver a lixeira, em estudo, criada para intervenção ambiental e esportiva na cidade de São Paulo. Contentes, os varredores levantaram a lixeira bola &#8230; <a href="http://www.trilhosurbanos.com/2013/06/garis-levantam-bola-da-inclusao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se dependesse deles a cidade seria um show de limpeza.</p>
<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_6830.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11401" alt="100_6830" src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_6830-640x480.jpg" width="620" height="465" /></a></p>
<p>&#8220;Show de bola&#8221;, reagiu um gari, ao ver a lixeira, em estudo, criada para intervenção ambiental e esportiva na cidade de São Paulo.</p>
<p>Contentes, os varredores levantaram a lixeira bola na Praça da Bandeira, Centro.</p>
<p>Aprovaram o equipamento. Acreditam que a bola despertará a consciência de cidadania da população, dará à categoria mais visibilidade.</p>
<p>A lixeira bola com as cores do Brasil, por ter um mecanismo giratório, vai facilitar o trabalho dos garis e aumentar o seu rendimento. Será apresentada à Prefeitura de São Paulo &#8211; Secretaria Municipal de Serviços. É de fibra de vidro, tem 50 cm de diâmetro, 30 cm de boca, capacidade para 50 litros, e um suporte de ferro de 1,60m. Na rua dispensará o uso da tampa.</p>
<p>Em ambiente fechado (escolas, clubes, empresas e repartições públicas) o equipamento poderá ficar apoiado no chão para proporcionar maior interação entre as pessoas.</p>
<p>Se for autorizada a instalação em espaços públicos, a intenção dos idealizadores do projeto é destinar parte dos recursos provenientes de patrocínio à Pastoral da Criança e ao projeto de inclusão cultural dos garis.</p>
<p>E a lei Cidade Limpa? O apoio institucional, proporcional ao logo da prefeitura, será infinitamente menor do que os anúncios (minioutdoors nos relógios e pontos de ônibus da cidade).</p>
<p>A lixeira bola não tem a pretensão de substituir as atuais lixeiras de rua. Trata-se de um projeto solidário de ação ambiental prática para pensar a limpeza urbana.</p>
<p>Os garis &#8211; grandes conhecedores (das falhas) da limpeza em São Paulo &#8211; asseguram que a lixeira bola vai mexer com muita gente. Segundo eles, a lixeira é mais atraente e resistente do que os recipientes convencionais.</p>
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		<title>Bueiros entupidos</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 19:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devanir Amancio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Comendador Sant'Anna]]></category>
		<category><![CDATA[capão redondo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[De dois bueiros entupidos e danificados jorrou água por ao menos três dias na esquina da Avenida Comendador Sant&#8217;Anna com a rua Comendador Antunes dos Santos, no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7315.jpg"><img src="http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2013/06/100_7315-640x480.jpg" alt="100_7315" width="620" height="465" class="aligncenter size-large wp-image-11434" /></a></p>
<p>De dois  bueiros entupidos e danificados jorrou água por ao menos três dias na esquina da Avenida Comendador Sant&#8217;Anna com a rua Comendador Antunes dos Santos, no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo.</p>
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