Ontem tive uma bela surpesa de manhã, ao sair do metrô Pinheiros: liberaram o acesso de pedestres na rua do futuro Terminal Pinheiros. Ela estava fechada desde maio, forçando quem saia do metrô a dar uma volta imensa para chegar na rua Sumidouro. Uma volta, por sinal, cheia de buracos na calçada, bloqueios de caminhões e poeira, como escrevi e mostrei aqui. Fora a insegurança, quando havia que fazer esse caminho à noite.
Parece que a partir de hoje esse problema acabou. Cones laranjas indicam o caminho para os pedestres, que por enquanto é pela rua mesmo, pois a calçada ainda não foi finalizada. Aliás, não sei onde vai ser a passagem para pedestres quando a obra estiver pronta. Mas fico feliz de andar por uma rua plana, sem buracos nem obstáculos.
Sei que estou sendo repetitiva com este terminal de ônibus. Escrevi sobre o assunto no Trilhos aqui, aqui e aqui. Mas passo todo dia na frente dessa área e acho que é importante relatar a construção de algo que, em breve, será utilizada como instrumento político (“olha, fui EU quem fez o terminal”). Não tenho conhecimento algum de urbanismo ou de gestão de obras públicas, mas todos os bloqueios na região do Largo da Batata (isto é, desde a Av. Faria Lima até a Nações Unidas) parecem ter sido realizados de uma forma muito desorganizada. Eu reclamo neste blog da falta de atenção com os pedestres, mas as intervenções também provocaram desconforto nos motoristas de carros, que tem que inventar caminhos cada vez mais difíceis para driblar as obras, e também nos ônibus, que tem mudado os trajetos.
Só para lembrar, até semana passada, aquela volta da que falei tinha este tipo de obstáculo:
ps: para ofuscar a bela notícia de que a passagem foi liberada para o transeunte, ontem estourou um cano de gás na rua Sumidouro. Trouxe mais caos ao caos estabelecido naqueles quarteirões.











