Artistas de rua querem vez e voz na Virada Cultural

Esquina famosa inspira plágio: “Alguma coisa acontece nos meus pés quando cruzo a Ipiranga com a avenida São João”.

Na Virada Cultural das celebridades, os artistas sem-palco dão um show à parte e pedem participação no evento.

Na esburacada esquina da Ipiranga com a avenida São João não teve a dupla Caetano Veloso & Gilberto Gil. Quem brilhou foi o grupo equatoriano Reylis. Dançou em buracos, interagiu com o público, foi aplaudido e vendeu muito CD.

Janete Maígua sugere que o futuro prefeito de São Paulo faça uma Virada Cultural inclusiva, onde os artistas de rua tenham vez e voz. Janete ainda defende a realização de ‘viradinhas’ na periferia. Segundo ela, várias viradinhas culturais durante o ano iriam alegrar o povo e garantir o ganha pão do artista de rua.

O aposentado Abel da Costa tem uma certeza: “Eu não me chamo Abé se em pouco tempo não batizarem a Virada Cultural. Devem estar esperando morrer um político famoso para pôr o nome: virada cultural fulano de tal. Nessas viradinhas, escute só, vai ser a mesma coisa. Os vereadores vão brigar para dar nomes.”

CONTEÚDO DE:
arte, cidade

Comentar Pelo Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>