Esquina famosa inspira plágio: “Alguma coisa acontece nos meus pés quando cruzo a Ipiranga com a avenida São João”.
Na Virada Cultural das celebridades, os artistas sem-palco dão um show à parte e pedem participação no evento.
Na esburacada esquina da Ipiranga com a avenida São João não teve a dupla Caetano Veloso & Gilberto Gil. Quem brilhou foi o grupo equatoriano Reylis. Dançou em buracos, interagiu com o público, foi aplaudido e vendeu muito CD.
Janete Maígua sugere que o futuro prefeito de São Paulo faça uma Virada Cultural inclusiva, onde os artistas de rua tenham vez e voz. Janete ainda defende a realização de ‘viradinhas’ na periferia. Segundo ela, várias viradinhas culturais durante o ano iriam alegrar o povo e garantir o ganha pão do artista de rua.
O aposentado Abel da Costa tem uma certeza: “Eu não me chamo Abé se em pouco tempo não batizarem a Virada Cultural. Devem estar esperando morrer um político famoso para pôr o nome: virada cultural fulano de tal. Nessas viradinhas, escute só, vai ser a mesma coisa. Os vereadores vão brigar para dar nomes.”









![[Virada Cultural] A gente quer inteiro e não pela metade](http://www.trilhosurbanos.com/wp-content/uploads/2012/05/ulhfa-150x150.jpg)





