João da Pinga, no Parque Dom Pedro II, na região central de São Paulo: “Vendo cachaça o dia inteiro, até para os barnabés (pequenos funcionários) da Prefeitura. Tem uns de paletó que também bebem. Olham para os lados e arrematam, nem pedem o troco. Vendo a R$ 1,50 — dos moradores de rua cobro só R$ 0,50. Tem um veião da Subprefeitura da Sé que compra logo de litrão, com boldo. É ótima para reumatismo. Os jovens compram corotinho, misturam com guaraná. A onda agora entre as meninas é a 51 batizada com maracujá (ice 51), inventada para baladas.”
João da Pinga diz que em Artur Alvim, Zona Leste, é moda entre a criançada levar a ‘bebida destilada’ às festinhas e à escola.
No Parque Dom Pedro ainda é possível ver gente degustando churrasquinhos sem as mínimas condições de higiene.















