Na condição de eterno turista de São Paulo (não quero deixar de ser nunca), visitei no final de semana passado o Museu do Ipiranga, cujo nome oficial, aliás, é Museu Paulista da USP.
Lá estão obras que retratam o período de transição da monarquia para república. Heróicos bandeirantes, o grito glorioso de independência, etc. Pura fantasia.
O próprio museu alerta: todas são situações imaginadas. O que o visitante vislumbra são imagens ufanistas de uma nação incipiente.
Inegavelmente, há interesse artístico e histórico em tudo isso.
Agora, me pergunto por que não mostram obras de Almeida Jr. e Debret, para mencionar dois nomes que têm pinturas lá expostas, mais realistas e críticas.
Tudo bem que o Museu do Ipiranga não consiga comprar ou pegar emprestado tudo de todos os artistas, mas agora, as telinhas de LCD espalhadas pelo espaço poderiam mostrar que os artistas não eram meros baba-ovos da elite brasileira.
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Nenhum artista brasileiro dessa época chega perto do que era produzido na Europa – Espanha já tinha Velázquez e Goya, só para citar um país qualquer; comparar com França seria covardia pura.
Agora, do pouco que temos, é melhor mostrar o que há de melhor neles.
De qualquer forma, vale o passeio no Museu do Ipiranga e no bonito parque da Independência. A entrada no Museu custa míseros R$ 6 – R$ 3 para estudantes.
Repare nos mapas da pequenina cidade de São Paulo do começo do século passado.
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Tirei a imagem deste post do Mare.













cara você é muito chato,agradece o que você tem,sei que muitas obras são inventadas mas elas estão lá!são reais!temos obras que contam nossa historia,artistas tocaram nelas,tente entender,sentir o que você vê ou então vai para a europa.chatooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.